Notícia
11 de out de 2026
Furacão Simon se aproxima do México enquanto o risco catastrófico encontra uma preparação urgente
O furacão Simon se intensificou para uma tempestade de categoria 4 ao se aproximar da costa do Pacífico do México, com previsões alertando para chuvas destrutivas, inundações e deslizamentos de terra enquanto moradores, empresas e turistas se preparam para a chegada à terra.
O furacão Simon avança sobre a costa do Pacífico do México como uma poderosa tempestade de categoria 4, deixando comunidades, empresas e turistas em alerta para uma chegada à terra potencialmente perigosa. A tensão central já não é saber se a tempestade é severa, mas quão rapidamente as pessoas poderão se proteger antes que as condições piorem.
A força do Simon é a medida mais clara da ameaça. Um relatório informou que o Centro Nacional de Furacões registrou ventos máximos sustentados de 155 mph — pouco abaixo do limite de 157 mph para a categoria 5 — e previu a aproximação da tempestade à costa centro-oeste no domingo.1 Um segundo relato apontou ventos de 150 mph e disse que o Simon deveria estar “perto da costa ou logo no interior”, destacando tanto a intensidade da tempestade quanto a incerteza em torno de sua trajetória exata.2
As duas perspectivas concordam, em linhas gerais, sobre os perigos prováveis: entre 10 e 20 polegadas de chuva podem cair em partes do sudoeste do México, com acumulados isolados de até 30 polegadas em Michoacán, Colima e Jalisco. O perigo resultante não se limita aos ventos. Os meteorologistas alertaram que as chuvas poderiam provocar “inundações e deslizamentos de terra com risco de vida”, particularmente em terrenos íngremes.1
A resposta no local reflete esse risco. Jalisco suspendeu as aulas em 22 municípios costeiros, iniciou evacuações em áreas vulneráveis e instou o setor turístico de Puerto Vallarta a levar trabalhadores e visitantes para abrigos ou outros locais seguros.1 As empresas fecharam as janelas com tábuas, enquanto os moradores enfrentavam uma escolha difícil entre continuar com suas atividades e fechar mais cedo. “Vamos trabalhar normalmente ao longo do dia”, disse o comerciante local Jesús Gómez, “mas, quando os funcionários da Proteção Civil vierem e nos disserem que precisamos fechar, então fecharemos e nos abrigaremos até que a tempestade passe.”1
Os turistas pareciam menos seguros do que as autoridades. O visitante canadense Ed Currie disse que planejava ficar no hotel e observar a tempestade, acrescentando: “Eu simplesmente não sei o que esperar.”1 O enfraquecimento previsto do Simon após a chegada à terra oferece alguma esperança, mas as perspectivas imediatas continuam sendo de ondas destrutivas, inundações e deslizamentos de terra ao longo da costa mexicana.